George
The creature looked at George. George looked at the creature. They stopped for a moment staring at each other. George decided to run and the creature followed. Georges’ fear increased with each increase of his speed. He couldn’t escape. He fell down and the creature grabbed him by his neck. “No, please, don’t kill me” begged George. The creature answered with their slow deep voice: “I wouldn’t have to do it if you hadn’t run away from me”. The creature attacked, tearing Georges’ neck.
Grace
Grace was sick of feeding all her babies. They never slept, they never grew, and it didn’t matter how much milk she gave, they always wanted more and more.
Cachorros
Algo no ar trouxe seu cheiro até mim, e eu fui atrás, sem saber de cheiro, sem saber de quem quando onde, eu fui com a intenção apenas. Uma ideia na cabeça, três pares de sapato, um caderno, uma garrafa de vinho.
Então você sentiu minha presença, esperto, observou antes de chegar se havia alguém já marcando território. Estava tudo bem. Viu minha imagem, eu vi a sua, E como em qualquer encontro entre macho e fêmea, analisamos a possibilidade “Que tal procriarmos?”. Mas rituais existem e têm os seus porquês.
Pensamos “Não confio em você, vou procurar até encontrar algo”, ando para lá, ando para cá. O que está errado?
Finalmente cheiro sua bunda e você a minha, mas por inércia continuamos
Porque estamos sozinhos
Porque é época de procriar
Porque o que mais vamos fazer?
Mas o seu cheiro ainda não é o meu preferido
E qual é?
